Dicas para a decoração do quarto de casal

1 de February de 2012

Decorar o quarto do casal não é das tarefas mais fáceis, isso porque ele tem que ser pensado a dois, sanando as necessidades de ambos e ainda harmonizando com toda a decoração do ambiente. Os principais pontos que devem ser levados em consideração são o espaço que se tem, o tipo de cama que será utilizada, as cores pretendidas e os objetos de decoração.

Cama

Uma das opções de cama mais utilizadas no momento é a tatame, mais baixa do que o padrão normal e dá um efeito diferente ao ambiente. Segundo a arquiteta Vanessa Trad, o ideal é que ela fique a pelo menos 45 cm do chão, e ainda explica: “Quando utilizamos essa cama, sabemos que ela chamará a atenção, e, portanto, não precisaremos de tantos elementos para decorar o quarto, é uma dica para quem tem quarto pequeno, sem muita opção de mobiliário”. Outras opções, mais tradicionais, são a cama box, de madeira ou alvenaria.

Cores

As cores são outro fator importante. O ideal é utilizar tonalidades neutras para ter mais liberdade e abusar um pouco no restante da decoração. “Para aqueles que gostam de arriscar, o laranja e o azul turquesa estão em alta”, explica Vanessa. Outra saída, se a ideia é ser rápido e sujar pouco o ambiente, é utilizar papel de parede, muito em alta na decoração nos últimos tempos.

Iluminação

Cuidados com a iluminação são sempre bem-vindos. “Opte por direcionar o foco da luz para as paredes e o teto, o reflexo dará conta de iluminar todo o ambiente” indica a arquiteta. Luminárias laterais são sempre uma boa pedida para casais que tem hábitos diferentes, por exemplo, como gostar de ler à noite. Se elas forem presas à parede, melhor ainda, já que diminuem o espaço utilizado, principalmente em quartos pequenos.

Espaço

Boa opção para quem não tem um espaço muito grande é colocação de espelhos, sempre dão a impressão de um ambiente mais longo, principalmente se colocados na parede ao fundo. Algo que se deve tomar cuidado é não colocar tudo o que se quer sem verificar se a combinação fica harmônica e se o espaço é suficiente. “As pessoas às vezes querem colocar muita coisa em um espaço pequeno, assim dificulta a circulação e deixa o ambiente cada vez menor”, alerta Vanessa Trad.

Funcionalidade e uso

Aos que trabalham em casa, um pequeno home Office é sempre possível, desde que o quarto tenha uma metragem um pouco maior e possibilite mobiliários e algumas estantes para organizar documentos.

Sempre existem grandes desafios para decorar um ambiente que deve ser perfeito para namorar, ler, ver TV, entre outras coisas. A dificuldade pode surgir por se tratar de um espaço para duas pessoas, mas planejando bem e analisando o ambiente disponível e as tendências para decorar, tudo fica mais fácil e se torna possível um quarto aconchegante e na moda.

Fonte: Imóvel Web

Quando é possível usar o FGTS para a compra de um imóvel

31 de January de 2012

Se o comprador se encaixar nas regras, poderá quitar até 100% do valor do imóvel com o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço

Há quase 30 anos, 8% do salário de todo trabalhador com contrato formal regido pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) são destinados para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O sistema foi criado para garantir proteção financeira aos brasileiros demitidos sem justa causa. No entanto, não é preciso perder o emprego para ter acesso aos recursos do fundo. Alguns trabalhadores podem utilizar o valor acumulado para comprar um imóvel residencial – desde que atendam a algumas exigências da Caixa Econômica Federal, a gestora dos recursos.

A premissa básica para sacá-los é ter no mínimo três anos de contribuição ao fundo – sejam eles ininterruptos ou não. O imóvel só pode ser comprado na cidade ou na região metropolitana do município em que o detentor da conta do FGTS trabalha. Caso a pessoa trabalhe em uma cidade e more em outra mais distante onde deseja comprar o imóvel, terá de apresentar comprovantes de residência nesse local há ao menos um ano. Quem já possui um imóvel na cidade onde trabalha, não poderá usar o FGTS para comprar outro.

Os recursos podem ser liberados para trabalhadores que possuam fração de até 40% do total de um imóvel residencial. Caso o interessado em sacar o FGTS detenha mais de 40% de um imóvel, só poderá usar os recursos do fundo para adquirir a parte que ainda não detém nesse mesmo imóvel. Quem quer construir um imóvel em um terreno ao qual já é proprietário está autorizado a usar o dinheiro acumulado no FGTS. No entanto, como a regra não permite a liberação do fundo para donos de imóveis, é preciso comprovar que não há nenhuma edificação no lote onde se deseja construir a residência. Uma forma de comprovar isso é apresentar o carnê do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU).

Se a intenção é destinar o fundo para adquirir um imóvel em nome de outra pessoa, é melhor pensar em outra estratégia. A Caixa Econômica Federal não permite que os recursos do FGTS sejam aplicados em residências para familiares, dependentes ou terceiros. No entanto, é possível utilizar o FGTS do seu cônjuge ou companheiro, desde que, em contrato, ele seja considerado como co-adquirente do imóvel.

Fonte: Revista Exame

Vida de condomínio – Com as contas em dia

27 de January de 2012

Assim como ocorre em uma empresa, é preciso que um condomínio esteja com o caixa em dia para que não corra o risco de problemas, como o corte do fornecimento de água e processos pelo não pagamento de funcionários. Entretanto, não é raro ocorrer de uma nova gestão assumir e verificar que o condomínio está sem dinheiro em caixa para arcar com seus compromissos. Neste caso, é essencial saber como iniciar o trabalho para colocar ordem na casa.

De acordo com a advogada Juliana Costa Oliveira Miranda, o mais importante para quem assume um condomínio neste caso é tomar conhecimento do acerto das contas do exercício do síndico anterior. “Após o devido conhecimento das contas e saldo do condomínio, o síndico deverá tomar conhecimento se o edifício está regular e funcionando dentro das atribuições que a lei lhe confere”, diz, fazendo referência à Lei 4.591/64.

Com as informações sobre o que está saldado e o que há por quitar, é possível começar a colocar o condomínio em ordem. “Este balanço, associado ao saldo do caixa, são informações importantes para estabelecer uma previsão orçamentária e, com base nele, o rateio das despesas entre os condôminos”, indica.

Mas todo esse processo deve ser feito com o conhecimento dos condôminos, que têm de ser informados por meio de assembleia condominial. “Nesta oportunidade de insuficiência de recursos do condomínio, é importante a revisão das despesas objetivando a redução dos gastos, até que haja recomposição do caixa, suficiente para cobrir despesas ordinárias e de cunho emergencial”, diz Juliana.

É bom lembrar que caso haja débitos do exercício anterior, é dever do atual sindico saldá-los, seja de forma imediata ou por meio de parcelamentos. “Ressalta-se que o reflexo de uma possível má administração anterior perdurará ainda na atual até que os problemas sejam sanados. Contudo, por se tratar de outro mandato, o atual síndico assume a obrigação de resolver os problemas anteriormente criados”, destaca a advogada.

COBRANÇA O fundamental quando se está colocando as finanças em ordem é receber as taxas dos inadimplentes, caso existam, para melhorar o saldo do condomínio. “Lembrando apenas que as dívidas provenientes de salários e encargos de empregados exigem preferência no pagamento”, ressalta. Para mensurar o tamanho da dívida, o atual gestor do condomínio deve levantar todas as contas. “E, de acordo com a previsão orçamentária, estabelecer o rateio em conformidade com a necessidade financeira do condomínio, considerando as contas da gestão anterior e da atual, evitando, assim, o acúmulo de dívidas.”

A advogada lembra que o condomínio é regido pelo rateio de despesas entre os condôminos ou moradores. “Por esta razão, não justifica a falta de pagamento das suas obrigações, pois se o prédio não possuir patrimônio, as unidades poderão responder pelas dívidas existentes”, alerta.
Fonte: Lugar Certo

10 dicas de convivência para animais de estimação em apartamento

24 de January de 2012

A presença de animais em condomínios é um dos principais motivos de desentendimento entre os moradores. O que mais costuma incomodar os vizinhos são o excesso de barulho e a sujeira nas áreas comuns. Gostando ou não, quem mora em apartamento dificilmente ficará livre da convivência com os bichinhos: no Brasil, 59% dos domicílios têm algum animal de estimação. Para cada seis habitantes há um cão domesticado e, para cada 16, um gato. Números do Ibope apontam que existem 54 milhões de animais domésticos no país, ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

Para todos aqueles que têm ou querem ter um pet no apartamento, algumas atitudes simples podem evitar problemas:

1- Procure se informar sobre as raças mais adequadas para viver em apartamentos;

2- É importante que o dono busque orientação de profissionais especializados para educar o cachorro a não latir ao toque da campainha ou interfone;

3- O jardim do condomínio não é o local apropriado para a toilete dos cães e gatos. Mas, se um “acidente” acontecer, recolha os dejetos do bichinho;

4- Para evitar aborrecimentos, o ideal é criar regras claras de transporte e permanência dos bichos de estimação. O uso do elevador de serviço, com o animal no colo é o mais indicado. Tanto a assembléia geral como o regulamento interno podem determinar essas normas;

5- Mantenha em dia a vacinação do seu animal de estimação, colaborando para a saúde e bem-estar de todos;

6- Não deixe o animal sozinho por muito tempo dentro do apartamento e realize passeios diários, se possível mais de uma vez ao dia;

7- Caso precise se ausentar do apartamento por muito tempo deixe o animal na casa de algum amigo ou parente;

8- Nunca deixe o animal solto nas áreas comuns;

9- Procure sempre andar com a coleira e guia;

10- Mesmo para raças pequenas é importante não deixar crianças acariciarem o animal para evitar reações inesperadas do animal e acidentes.

Fonte: ImóvelWeb

Antes de iniciar qualquer obra é fundamental se informar sobre o que pode ser feito

20 de January de 2012

Informação é a base para quem quer construir ou reformar um imóvel. A recomendação é do diretor de projetos do Sinduscon, Oscar Ferreira, ao alertar que um bom cronograma pode ser o diferencial nos prazos de aprovação e execução da obra.

O primeiro passo é a contratação de um arquiteto, que avaliará o terreno e seu entorno e dará todas as dicas para a liberação dos alvarás de construção ou reforma, como carta de grau de proteção (que indica se a área ou imóvel passa por processo de tombamento), sondagem do terreno, análise do solo e tipo de edificação é permitida pela Lei de Uso e Ocupação do Solo. Até mesmo a destinação do imóvel a ser erguido deve ser observada para estar de acordo com o zoneamento urbano.

O próprio cidadão pode recorrer a alguns serviços de informações, como o BH Resolve, da Prefeitura de Belo Horizonte, ou no setor de regulação urbana. Em caso de imóvel tombado é possível adiantar algumas questões técnicas, uma vez que a Diretoria de Patrimônio da Secretaria Municipal de Cultura tem uma equipe para informações sobre ajustes necessários no projeto e na execução antes da entrada com a documentação para liberação de alvará junto ao Conselho Deliberativo do Patrimônio Cultural do Município de Belo Horizonte.
Ao decidir sobre a compra de um terreno, é importante observar se ele está em área de proteção ambiental ou no perímetro de conjunto ou edificação tombada. Segundo o chefe de departamento da Diretoria de Patrimônio da Secretaria Municipal de Cultura, Carlos Henrique Bicalho, existem 14 conjuntos tombados em Belo Horizonte. No Bairro Floresta, Região Leste da cidade, há tombamentos dentro e fora da Contorno, bem como na Região da Pampulha e no entorno da Serra do Curral, e é preciso observar as diretrizes, uma vez que a construção não pode impactar a visualização de conjuntos tombados.

APROVAÇÃO

O mapeamento de áreas e conjuntos tombados da cidade é de domínio público e qualquer cidadão pode acioná-lo. Basta dirigir-se à diretoria de patrimônio e copiá-lo. Até mesmo para o tipo de calçada existe padronização e o desenho dela precisa estar no projeto para aprovação na Secretaria de Regulação Urbana. Em áreas como o entorno do Colégio Arnaldo há restrições de altura, conforme o artigo 17 da Lei de Tombamento, que trata da visibilidade de imóveis e sítios tombados.

Pequenas obras de manutenção, como mudança de piso ou pintura interna, não necessitam de projeto e basta o proprietário do imóvel tombado entrar com protocolo na diretoria de patrimônio.

Adaptação ou mudança de uso precisam de projeto, como um imóvel residencial que se transformará em comércio, loja ou restaurante, o arquiteto é acompanhado pela equipe técnica e já se dirige ao Conselho de Patrimônio com todas as informações necessárias para sua aprovação.

Fonte: Lugar Certo

Organize as contas e realize o sonho da casa própria

18 de January de 2012

Imóvel é o bem mais caro que a maioria das pessoas adquire em toda vida. Não é pra menos que o sonho da casa própria de muita gente acaba esbarrando justamente na questão financeira. Se você é um dos brasileiros que não vê a hora de ter um imóvel pra chamar de seu, mas não consegue fazer a conta fechar com essa dívida, há boas notícias: talvez o que falte para você seja, simplesmente, educação financeira.
“É muito comum clientes que nunca conseguiram realizar uma poupança alcançarem o sonho de adquirir o primeiro imóvel, por meio da educação financeira. Esse sistema possibilita que a pessoa conheça o potencial do salário ou renda”, diz Leandro Palmeira, diretor da Give Imóveis.
O primeiro passo para organizar as contas é saber exatamente quanto entra e quanto sai todo mês, em outras palavras: controlar gastos e rendimentos, inclusive aqueles informais. “Muitos clientes não regularizam pequenas dívidas ou restrições por falta de informação. Além disso, é muito comum deixarem de pagar em dia suas contas por falta de controle e não por falta de recursos. Estes pequenos atrasos prejudicam o cliente em uma análise de crédito”, explica Leandro.
Depois desse levantamento, é possível analisar o potencial de compra e limite de crédito: descontando todos os gastos fixos e reservas para despesas emergenciais, quanto sobra no final do mês? Há dívidas que podem ser quitadas em curto prazo para dar mais folga no orçamento?
Chega a hora, então, de analisar as possibilidades, dentro do seu limite de crédito, e planejar os passos rumo à casa própria. Se você paga aluguel e a folga financeira ao final do mês é pequena, por exemplo, talvez a melhor opção para você seja financiar um imóvel usado ou pronto para morar, pagando o maior valor de entrada possível. Nesse caso, avalie a possibilidade de utilizar o FGTS, ou então protege quanto tempo você levará para poupar o valor que precisa para dar como entrada, considerando que não se deve comprometer mais do que 30% da renda com as prestações do imóvel.
Planejamento feito, é preciso ter disciplina para manter os gastos sob controle e poupar o que for necessário.

Fonte: ImóvelWeb

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Manual do proprietário reúne orientações fundamentais

12 de January de 2012

Tão importante quanto receber as chaves do apartamento é ter em mãos o manual do proprietário. Nele constam informações que esclarecem ao morador como o imóvel foi construído e qual a melhor maneira de mantê-lo conservado. As construtoras costumam entregar esse documento no ato da compra, mas nem todo cliente se preocupa em ler.

“Isso é um hábito do consumidor brasileiro. Quando compra um celular, prefere testar todas as teclas antes de ler o manual, o que não é diferente com imóvel. A maioria não dá importância”, lamenta a gerente de relacionamento com o cliente e sustentabilidade da Direcional Engenharia, Juliana Nardy. Para tentar mudar o comportamento de seus clientes, a empresa apresenta o documento na primeira reunião de condomínio do prédio e orienta os compradores a ler, pelo menos, dois itens que ela considera os mais importantes: a tabela de garantia, com o prazo de validade de cada material usado na construção, e as instruções de manutenção, que mostra como o apartamento deve ser cuidado.

A advogada Márcia Araújo Sabino de Freitas sabe bem a falta que faz o documento. Com cerca de 40 anos, o prédio onde ela morava com os pais, no Bairro Anchieta, Região Centro-Sul de Belo Horizonte, nunca teve manual do proprietário. “Como o apartamento é antigo, tivemos que fazer várias reformas e quebrar paredes. Tudo foi feito no escuro, pois não conhecíamos a planta do imóvel”, relembra. E quando surgiu um vazamento no banheiro? Foi preciso quebrar a sala inteira para encontrar o cano com defeito. Márcia só descobriu que existia o manual depois que comprou um apartamento novo em São Paulo.
A gerente da Direcional Engenharia destaca que o documento também é uma garantia para a construtora. “A empresa tem que ser transparente na hora de entregar o imóvel. Se deu as orientações claras e corretas, tem como se resguardar em relação à cobrança indevida”, diz.

O sócio-diretor da Mobyra Incorporações, Rodrigo Guaracy Costa, observa, ainda, que o documento não exclui a possibilidade de haver algum defeito no apartamento. “O prédio é construído manualmente, e não por processo industrial, então está susceptível a ter falhas. Se cair uma colher de pedreiro no vaso sanitário, por exemplo, ele vai entupir quando começar a ser usado”, afirma. “O que não pode acontecer é a empresa dar as costas e não resolver o problema.”

Às voltas com a instalação de armários, a advogada conta que a consulta ao manual do proprietário agilizou todo o processo. Ela levou para a loja uma cópia da planta do imóvel e a empresa só teve que conferir as medidas. “O manual não é o tipo de documento que você joga na gaveta e nunca mais vê. É muito importante saber onde está, pois ele simplifica nossa vida”, opina.

MANUTENÇÃO

A despreocupação com a leitura faz com que a Direcional receba com frequência chamados indevidos. Muitas vezes, o cliente danifica a rede hidráulica na hora de instalar uma bancada, porque não viu na planta do apartamento, que faz parte do manual, por onde passa a tubulação. Também é com a solicitação de conserto da esquadria de uma janela, sendo que, na verdade, o morador não se lembrou de dar manutenção, que deve ser feita a cada ano, e o produto perdeu a garantia. Nos dois casos, a construtora não se responsabiliza pelo dano. “Na hora que em que recebe as chaves, o comprador assina um documento confirmando que recebeu todos os esclarecimentos sobre seus direitos e deveres. Se não ler o manual, pode criar prejuízo para si próprio”, alerta Juliana.

Fonte: Lugar Certo

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Comprar imóvel novo ou usado?

9 de January de 2012

Comprar uma casa ou um apartamento é o projeto de vida da maioria dos brasileiros. Acertar na compra significa realizar um sonho. Contudo, a tarefa é difícil e sempre há muitas dúvidas sobre o que vale ou não a pena. A primeira incerteza começa na hora de optar entre um imóvel novo ou usado, mas acredite: há vantagens e desvantagens nos dois casos. Confira:

IMÓVEIS NOVOS

Vantagens:

- Projeto e itens de lazer: atualmente, os lançamentos trazem algumas modernidades que valorizam o imóvel, como, por exemplo, área de lazer com piscinas, academia, salão de jogos, lan houses, garagem para mais de um carro. Nos apartamentos há mais tomadas, e todas já são adaptadas aos padrões do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro), acesso para ar-condicionado e uma planta mais inteligente, que tende por valorizar cada espaço do imóvel.

Desvantagens:

- Preço: o preço de um imóvel novo chega a ser até 30% mais caro que um usado no mesmo padrão e é difícil negociar com o proprietário ou construtora. “Normalmente, os corretores trabalham com preço fechado de tabela”, dizem especialistas.

- Tamanho: apesar de melhor aproveitadas, as plantas de um imóvel novo costumam ser menores que a de um imóvel usado. “Enquanto um apartamento de três dormitórios em um edifício com mais de 15 anos tem aproximadamente 120m², os novos medem, em média, 80 m²”, aponta Renata.

IMÓVEIS USADOS

Vantagens:

- Preço: além de serem normalmente mais baratos, os imóveis usados ainda têm uma boa margem de negociação de preço. “No caso do imóvel usado, muitas vezes, o proprietário precisa vendê-lo para pagar uma dívida, porque quer mudar de cidade ou pensa em investir em outro imóvel ou negócio”, diz Renata.

- Tamanho: a desvantagem do imóvel novo aparece aqui como uma vantagem do imóvel usado. Plantas e ambientes espaçosos são mais comuns em imóveis antigos.

Desvantagens:

- Condições do imóvel: quanto mais antigo o imóvel, maior a necessidade (e os gastos) de manutenção. Por isso, fique atento à conservação do imóvel usado: verifique parte elétrica e hidráulica, portas e objetos de madeira, pintura, infiltrações, rachaduras, manchas escuras nas paredes, limpeza etc., tanto do imóvel em si, quanto do condomínio, em caso de apartamento. Se houver problemas, faça as contas de quanto custariam os consertos necessários e analise se vale a pena.

- Reforma: imóvel antigo é mais espaçoso, mas a planta, normalmente, é mal aproveitada para os padrões atuais. Verifique se o imóvel vai precisar de reforma para ficar do jeito que você deseja e inclua esse orçamento nas suas contas.

- Documentação e financiamento: em imóveis usados, a documentação pode ser um problema. Se ela não estiver em ordem, pode prejudicar o financiamento, por isso a consultora recomenda atenção na hora de financiar um imóvel usado: “É bem mais trabalhoso e requer cuidados redobrados”, garante. Para não cometer falhas e evitar dores de cabeça, Renata sugere que os compradores fiquem atentos aos seguintes documentos: Certidão de Ônus Reais do Imóvel, fornecido pelo Cartório de Registro de Imóveis e considerado um dos documentos mais importantes, pois informa se existe alguma restrição em relação à venda do imóvel, como pendência judicial, hipoteca, penhor, entre outros; Certidão Negativa de Tributos Municipais, Estaduais e Federais; Certidão Negativa de Débitos Condominiais; Certidão de Interdições e Tutelas; cópia da escritura e do registro do imóvel; Certidão de Propriedade; Certidões Pessoais do Vendedor; comprovante de pagamento das contas de luz, água e esgoto (e demais taxas, quando existentes) dos últimos meses; e documentação completa do proprietário do imóvel, válido para as pessoas físicas e jurídicas.

Localização, valorização e contrato

Em qualquer caso, independente de o imóvel ser novo ou usado, um dos fatores primordiais deve ser levado em consideração é a localização. “O local onde o imóvel está instalado é de fundamental importância e é o fator crucial que determinará sua valorização”, diz Renata.

O contrato de compra e venda também é outro item que precisa de muita atenção. Antes de finalizar a compra, examine o documento, a fim de garantir o entendimento de todas as cláusulas. Em caso de dúvidas, solicite o trabalho de um advogado especializado, que o certificará de que todas as normas combinadas estão descritas no contrato.

“Fechado o negócio, exija uma via do contrato original, solicitando o registro do compromisso de compra e venda ou da escritura definitiva, se o pagamento foi concluído”, finaliza Renata.

Fonte: Imóvel Web

Em pesquisa, Brasil é eleito o 2º melhor país para investimentos em imóveis comerciais

5 de January de 2012

De acordo com pesquisa divulgada pelo AFIRE (Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis) em 1º de janeiro de 2012, os Estados Unidos continuarão sendo a primeira escolha da maioria dos investidores do setor de imóveis comerciais em 2012, mas o país perdeu espaço para o Brasil, que se tornou o número dois.

De acordo com a vigésima pesquisa anual dos membros da Associação, São Paulo saltou da vigésima sexta melhor cidade para investir em imóveis no ano passado para a quarta em 2012. Os imóveis comerciais no Brasil, com sua economia efervescente e seu ambiente mais seguro de investimentos se tornaram um ponto chamativo para investidores globais.

Os EUA perderam espaço para o Brasil, com 18,6% dos entrevistados afirmando que o mercado imobiliário brasileiro oferece a melhor oportunidade de valorização para seus investimentos em dólares. Nesta pesquisa, o Brasil subiu de 4º para 2º lugar, e a China caiu para 3º no ranking.

Embora os EUA sejam a opção mais estável e segura em imóveis comerciais, investidores afirmaram que um aumento dos aluguéis e o crescimento da taxa de ocupação, assim como o fato de um imposto de 1980 sobre investimentos estrangeiros ter sido evitado, terão impacto mais significativo sobre suas decisões.

A pesquisa destaca que os Estados Unidos ainda são muito almejados e foram o segundo país, depois do Reino Unido, a atrair mais investimentos estrangeiros em 2011, segundo dados preliminares da Real Capital Analytics. “O ponto baixo é que o país não promete muita valorização de capital, pois os maiores mercados já estão com preços altos”, disse o presidente-executivo da Afire, James Fetgatter.

“Mas de nenhuma forma o Brasil substituirá os EUA, pelo menos não em um futuro previsível. O Brasil é considerado agora um lugar mais seguro para investir, onde você pode ter capital valorizado a um bom rendimento”.

Os participantes da pesquisa da Afire detêm mais de US$ 874 bilhões em imóveis no mundo, incluindo US$ 338 bilhões nos EUA. Cerca de 42,2% dos entrevistados pela pesquisa afirmaram que os EUA oferecerão a melhor oportunidade de investimento em 2012, uma queda em relação aos 64,7% registrados na pesquisa do ano passado.

Fonte: Reuters

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Crédito Habitacional deve passar de R$150 bilhões em 2012

4 de January de 2012

O ano de 2011 fechou com volume de R$ 117 bilhões em financiamentos imobiliários (30% a mais do que em 2010). Para o ano de 2012, por sua vez, a projeção do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo (Sinduscon-SP) é de que o montante do crédito habitacional chegue a R$ 152,1 bilhões.

O aquecimento do setor vai de encontro à estratégia do país, que tem no fortalecimento do mercado interno e na ampliação do crédito os pilares para combater a crise internacional. Com as indefinições nas economias dos países da Europa, a aposta no consumo interno e a redução na taxa de juros são saídas apontadas por muitos economistas.

Envolto a esse cenário, o mercado imobiliário, que tanto tem prosperado nos últimos anos, deve manter, ou aumentar, de tamanho em 2012. Isso porque a demanda e crédito continuarão em alta, segundo especialistas do setor.

“O crédito para financiamento habitacional deve ser expandido pelos bancos, pois a demanda por imóveis está cada vez mais crescente”, acredita Alexandre Lafer Frankel, diretor-presidente da incorporadora Vitacon. Segundo ele, o valor dos imóveis continuará valorizado.
Fonte: ImóvelWeb